Jovem cacoalense lança site sobre moda e tendências

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

0 comentários
Gislaine Katrink - editora do site
A jovem Gislaine Katrink lançou recentemente um site voltado para a divulgação de assuntos relacionados ao universo feminino. Confira, abaixo, uma breve resenha:

Sessão Feminina – O blog feito para elas
Sessão Feminina – www.sessaofeminina.com.br – é um blog que veio para ficar e traz uma proposta inovadora: oferecer às mulheres, de todas as idades, informações bem diversificadas sobre moda, comportamento humano, tendências e dicas valiosas para o seu dia a dia. 

O nome, Sessão Feminina, que em princípio pode ser confundido como um arranjo para ajustar o ç (cedilha) de sessão a formula mais bem aceita quando se trata de url http, é, na verdade, Sessão com dois “ss” mesmo. A explicação, óbvia, é que seção, com ç (cedilha), representa um departamento. Mas Sessão, com dois ss, significa reunião, assembleia, ajuntamento. Exatamente essa é a idéia desse blog.

Queremos ser muito mais que um mero departamento. Somos Sessão Feminina, um espaço onde amigas podem reunir-se, através de uma interação, seja através de comentários ou envios de artigos, crônicas, etc.
Nosso foco é centrar esforços em divulgar novidades sobre modas, maquiagem, saúde, mas nada nos impede também de abordar temas ligados à outros assuntos relacionados ao conhecimento humano .
Não deixe de conferir e voltar sempre para acompanhar as novidades. Sejam bem vindos ao www.sessaofeminina.com.br

Papudiskina - Crônica de Daniel Oliveira da Paixão

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

0 comentários
Ariquemes x Cacoal -
Quando cheguei em Rondônia, no início da década de 80, falava-se que Cacoal era a terceira maior cidade do Estado e a segunda em potencial econômico. Hoje a cidade não ostenta a mesma riqueza e nem figura mais como a terceira mais populosa. Pior: está muito próxima de ser superada por Vilhena, que agora tem mais de 76 mil habitantes. O crescimento de Vilhena foi excepcional, enquanto Cacoal está estagnada. Por que isto acontece? O clima ameno de Vilhena sempre foi usado como marketing, mas certamente não é apenas isso que fez com que esse município do Sul do Estado tivesse um crescimento tão espetacular. A cidade contou com bons investimentos. Hoje, segundo o IBGE, as cinco maiores cidades de Rondônia são: Porto Velho: 410.520; Ji-Paraná: 115.593; Ariquemes: 88.330; Cacoal: 77.982; Vilhena: 75.773. Esses números, na verdade, foram divulgados no início de novembro, mas ao final do mês houve a divulgação definitiva e alguns mun icípios ganharam alguns habitantes a mais, mas nada tão surpreendente. Vilhena, por exemplo, ganhou cerca de 500 habitantes a mais.

Lei da receita médica
Esta semana a imprensa noticiou que o Ministério da Saúde vai agir com maior rigor e vários medicamentos só poderão ser vendidos com receita médica. A lei, na verdade, já existia, mas nunca foi colocada em prática por uma simples razão: não há como exigir dos brasileiros que paguem por uma consulta médica sempre que tiverem uma infecção (como uma dor de garganta, por exemplo). Eu acredito que essa nova investida do Ministério da Saúde é apenas mais um golpe de marketing. Não há como implementar tal lei no país enquanto tivermos uma desigualdade social tão grande (apesar das conquistas nas últimas duas décadas). Antes que alguém argumente que a lei é boa e deva ser colocada em prática pelo bem da própria sociedade, pergunto: quem é que pode ir a um hospital para consultar-se com um médico particular? No caso dos hospitais públicos, o tempo na fila de espera é suficiente para que o paciente morra antes que consiga a receita. Eu mesmo conheço uma pessoa em Cacoal que agendou uma consulta para três meses depois. Já no caso de tratamento, conheço alguém que em dezembro de 2005 marcou uma consulta para janeiro de 2006, portanto, 13 meses depois.

Médicos
Uma das grandes mudanças que o nosso parlamento deve fazer (Câmara e Senado) é proibir de vez a contratação de médicos sem exigir-lhe exclusividade. Tem que pagar salário justo aos médicos, mas também proibir-lhes, definitivamente, de atender em consultórios e hospitais particulares. Há casos no Brasil em que donos de hospitais também são médicos do sistema público. Já imagiram? Alguém acredita que tal médico vai querer que os pacientes do serviço público sejam tratados de forma adequada? Claro que há exceções e há médicos que preservam a ética. Mas em um país onde ficou provado que até donos de funerárias tinham convênios com hospitais, a gente tem mesmo é que ficar com um pé atrás em relação a essa situação.

Congresso Nacional
O que eu percebo, com tristeza, é que temos – salvo exceção – um bando de deputados federais e senadores frouxos, sem coragem para criar leis realmente justas. Alguns projetos fantásticos continuam parados há mais de cinco, seis ou até dez anos. Enquanto outros, absurdos, são aprovados rapidamente. Há muita coisa para se regulamentar como as compras online, a obrigatoriedade do acesso a informação nos sites de venda online, regulamentação das leis de proteção ao crédito, etc.

Hoje uma empresa pode punir qualquer um, levando-o ao SPC ou SERASA, sem que o direito constitucional de ampla defesa e o contraditório seja respeitado. Se alguém tem que gastar tudo o que tem e o que não tem para salvar a um filho e por conta disso deixe de honrar seus débitos na praça, seu nome é negativado sem a menor cerimônia. Onde está a ampla defesa e o contraditório? Não teria essa pessoa o direito de justificar-se? Eu, se fosse deputado, proporia uma lei que as empresas só pudessem negativar o nome de um cliente judicialmente. Isso inviabilizaria as vendas por que o Judiciário está abarrotado de processos? Então que oficialize um Tribuna próprio para o direito econômico, com um rito de julgamento mais célere, garantindo ao menos o mínimo de dignidade a pessoa humana. Enfim, se queremos um país socialmente justo precisamos de leis justas. Mas para isso é necessário deputados e senadores com coragem e que não sejam cooptados pelo lobby dos capitalistas opressores.

Um IPAD ou 100 livros? O que você escolheria? Dê o seu voto e concorra.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

0 comentários

Debate UOL entre os candidatos ao Governo de São Paulo

terça-feira, 17 de agosto de 2010

0 comentários

MPF recomenda à Funai que assessore índios Cinta Larga em contrato de créditos de carbono

quarta-feira, 9 de junho de 2010

0 comentários
O Ministério Público Federal (MPF) em Rondônia emitiu uma recomendação para que a Fundação Nacional do Índio (Funai) acompanhe de perto todo o processo referente à comercialização de crédito de carbono envolvendo o povo indígena Cinta Larga.

Recomendação é um documento enviado a órgãos públicos para que cumpram determinados dispositivos constitucionais ou legais. É uma das formas de atuação extrajudicial do Ministério Público. Nessa recomendação do MPF, a Funai deverá designar uma equipe técnica para prestar assessoria antropológica, jurídica, econômica e de qualquer outra ordem que se fizer necessária aos índios Cinta Larga durante todo o processo de pactuação e desenvolvimento do projeto. Esta equipe fará também a análise do contrato a ser firmado entre os índios e a empresa Viridor Carbon Services, de forma que a efetiva contratação seja agilizada. O MPF fixou prazo de quinze dias, a contar do recebimento da recomendação, para que a Funai preste informações sobre as medidas adotadas.

O MPF argumenta na recomendação que o povo indígena Cinta Larga tem sofrido a desenfreada exploração de recursos naturais de suas terras e que o efetivo fim destas práticas depende de os índios serem atendidos, ao menos, em suas necessidades mais elementares. Buscando alternativas para sua sobrevivência, os Cinta Larga estão em negociação para contratação da empresa Viridor Carbon Services para comercialização de crédito de carbono. Os índios têm a expectativa de assinar o contrato com a empresa mencionada até o próximo mês.

Garimpo de diamantes
Outro ponto destacado pelo MPF na recomendação é que a atual paralisação do garimpo de diamantes foi obtida graças aos esforços de algumas lideranças indígenas, que estão arcando com os riscos de pressões externas por atrapalhar os interesses escusos de pessoas interessadas em lucrar através destas atividades.

“Os índios Cinta Larga têm depositado esperança na concretização desse projeto; esperanças que podem, mais uma vez, degenerar para frustração, se o processo não for tratado, com a prioridade e preferência que merece, pelo Governo Federal”, ressaltou o procurador da República Reginaldo Trindade. Ele acrescenta que viabilização da proposta, se adequada aos interesses dos índios, poderá contribuir para retirar os índios da condição em que atualmente se encontram: “reféns da morosidade do Estado Brasileiro em promover as medidas adequadas para garantia de seus mais comezinhos direitos e sujeitos às mais tenebrosas pressões para continuarem na clandestinidade”.

A recomendação emitida pelo MPF é resultado de uma reunião ocorrida na última sexta-feira (dia 29 de maio), em Porto Velho, em que lideranças e assessores do Conselho do povo Cinta Larga, representantes da Funai, empresários da Viridor Carbon Services e o procurador Reginaldo Trindade discutiram a proposta de comercialização de créditos de carbono. O evento ocorreu no Hotel Vila Rica.

Confira a íntegra da recomendação no endereço http://www.prro.mpf.gov.br/downloads/institucional/indigena/Rec_01_2010.pdf

O que é crédito de carbono
Os Créditos de Carbono são certificados gerados por projetos que, comprovadamente através de metodologias, reduzam ou absorvam emissões de gases do efeito estufa. Os compradores destes créditos são empresas ou governos de países desenvolvidos que precisam alcançar metas (instituídas pelo Protocolo de Quioto, pela própria empresa ou outros programas) de redução destas emissões, e os vendedores são diversificados dependendo do país de origem do projeto. Por convenção, uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) corresponde a um crédito de carbono.

PR de Rondônia tem carta branca para conduzir processo eleitoral de 2010

quarta-feira, 24 de março de 2010

0 comentários
O presidente do Partido da República (PR) de Rondônia, prefeito Laerte Gomes, de Alvorada do Oeste, acompanhado de alguns prefeitos do partido, estiveram reunidos com o Presidente Nacional da sigla, o Ministro Alfredo Nascimento, dos Transportes e o deputado Federal Valdemar da Costa Neto, de São Paulo, para tratar das eleições de 2010. Na reunião, eles receberam a garantia de que o diretório estadual do PR conduzirá o processo eleitoral sem interferência da Presidência Nacional.

Na oportunidade, os partidários discutiram alguns assuntos de interesse do partido em nível nacional. Dentre eles, destaca Laerte, o apoio à pré-candidata Dilma Rousseff a presidente da República, conforme orientação nacional. O presidente regional do PR disse ainda que, no Estado, o partido terá total liberdade para fazer as coligações que achar importante.

Segundo relatou Laerte, o projeto do partido é eleger um deputado federal e três estaduais. Sobre coligações para a majoritária, ele informou que o PR tem caminhado junto com a pré-candidatura do ex-senador Expedito Junior (PSDB) ao governo do Estado de Rondônia.

Convite
Ainda em Brasília, os prefeitos também se reuniram com o diretor nacional de planejamento do DNIT, o ex-deputado federal, Miguel de Souza. Na audiência, fizeram o convite para que ele seja candidato a deputado federal com o apoio do PR. Laerte estendeu o convite a Miguel, para que, juntos, visitem, a partir do mês de abril, todos os diretórios municipais do partido, nos 52 municípios rondonienses. O objetivo é a organização de um grande encontro de correligionários do PR no mesmo mês.

CNJ e Corinthians assinam convênio que beneficia 100 menores em conflito com a lei

terça-feira, 23 de março de 2010

0 comentários
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Sport Club Corinthians Paulista assinaram, nesta segunda-feira (22/3), acordo de cooperação técnica que vai permitir o acesso gratuito às atividades do clube para 100 adolescentes que cumprem medidas socieducativas na Fundação Casa. Pelo convênio - firmado na sede do clube, em São Paulo (SP) - o Corinthians também vai contratar dois presos do regime semiaberto com formação em práticas esportivas ou educação física.

Na solenidade de assinatura do acordo, o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, considerou a parceria com o clube "uma contaminação do bem" ao destacar o esporte como "veículo de reinserção social" e a contribuição do Corinthians ao Começar de Novo. Coordenado pelo CNJ, o programa é voltado à ressocialização, capacitação e profissionalização de presos e egressos do sistema carcerário e de jovens em conflito com a lei.

"Esse convênio (assinado com o clube paulista) chama a atenção de toda a sociedade brasileira para pensar seriamente a reinserção social a partir da abertura de portas feita pelo Corinthians, iniciativa que deve ser imitada por outros clubes esportivos do país", disse o ministro Gilmar Mendes. De acordo com a cooperação técnica, o Corinthians compromete-se a liberar as dependências do clube, duas vezes por semana, para que os 100 jovens assistidos pela Fundação Casa possam praticar esportes como futebol, vôlei, natação e basquete.

Na avaliação do presidente do CNJ, a ressoacialização de jovens e adultos em conflito com a lei, por meio do Programa Começar de Novo e de parcerias como a assinada com o Sport Club Corinthians, deve ser tratada como uma ação de direitos humanos afinada à segurança pública. Segundo o ministro Gilmar Mendes, "é possível mudar, fazer essa transformação com o abandono de preconceitos e com um ato de generosidade".

O ministro do Esporte, Orlando Silva, participou da assinatura do termo de compromisso e elogiou a medida. "Espero que a parceria ajude a iluminar a participação de outros clubes em iniciativas como essa", disse. Para o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, "nada mais justo para o futebol e para o nosso clube do que participar de um projeto tão importante como o Começar de Novo".

Também participaram da formalização do convênio a presidente da Fundação Casa, Berenice Maria Giannella; o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), desembargador Antonio Carlos Viana Santos; o jogador corinthiano Marcelinho Carioca e o ator Sacha Bali, que interpreta um ex-presidiário na Novela "Poder Paralelo" da Rede Record.

Segundo Marcelinho Carioca, todo cidadão merece ter uma oportunidade de vida. "Querer mudar é uma decisão", disse o jogador, que foi apoiado pelo ator Sacha Bali. "Os jovens devem abraçar o esporte, o estudo, as artes e a música e ficar longe das drogas e da violência", defendeu Bali.

Convênio - O acordo é um desdobramento do convênio firmado entre o CNJ e o Clube dos 13, no dia 8 de dezembro do ano passado, no Rio de Janeiro. Na ocasião, o presidente do clube, Fábio André Koff, informou que todos os integrantes do Clube dos 13 estavam dispostos a cooperar com o Programa Começar de Novo.

A parceria com o Sport Club Corinthians prevê também a inclusão de vagas de trabalho e cursos de capacitação no Portal de Oportunidades do Conselho Nacional de Justiça. O portal é uma das ações do Projeto Começar de Novo que oferece vagas tanto para detentos como para adolescentes em conflito com a lei. A intenção é contribuir para a reinserção social no mercado de trabalho e diminuir o índice de reincidência criminal.

Nas telas - O ator Sacha Bali interpreta o ex-presidiário Artur na novela "Poder Paralelo". Para fazer o papel no folhetim, o ator conta que buscou inspiração em filmes como "Estômago", de Marcos Jorge; "21 Gramas", de Alejandro González-Iñárritu, e "O Homem Que Não Estava Lá", de Joel Coen.

Segundo o ator, o interessante em interpretar um ex-presidiário é o caráter social que o papel tem. "O mais legal do personagem é que ele mostra que um ex-presidiário pode e deve se reinserir no mercado de trabalho", diz.


EM/RM/IS

Agência de Notícias CNJ

STJ confirma: medicina estética não é especialidade médica

sexta-feira, 5 de março de 2010

0 comentários
A chamada “Medicina Estética” não é uma especialidade médica atualmente reconhecida. Esse foi o entendimento da Ministra Eliana Calmon, que relatou processo movido contra o Conselho Regional de Medicina do Espírito Santo (CRM-ES). A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) acompanhou por unanimidade a decisão da relatora. A decisão foi divulgada pelo STJ em 22 de fevereiro de 2010.

A ação foi movida por um médico que fez um curso de pós-graduação lato sensu em Medicina Estética. Embora o curso seja reconhecido pela Coordenação de Aprimoramento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação (MEC), o médico teve seu registro de “especialista” em Medicina Estética negado pelo CRM-ES.

O CRM-ES alegou que a Resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), que lista as especialidades médicas, não faz menção à Medicina Estética. O médico impetrou mandado de segurança, que foi concedido em primeira instância. O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) reformou a decisão após recurso do CRM-ES. O STJ confirmou a decisão do TRF.

Na sua decisão, a ministra Eliana Calmon considerou que deve ser levada em conta a competência dos Conselhos de Medicina. Para a ministra, a Lei nº 3.268/57 deu aos conselhos o poder de supervisionar, disciplinar e julgar a ética profissional da classe médica. Além disso, essa norma torna o registro obrigatório para se exercer atividades em qualquer área da Medicina. Aponta que os Conselhos de Medicina funcionam como “órgãos delegados do Poder Público para questões de saúde pública e relativas às atividades dos médicos”.

Para o STJ, “a simples existência de um curso de pós-graduação não é capaz de fazer surgir, no universo científico, um novo ramo de especialidade médica, conforme regulamentado pelo órgão competente”.

A ministra Eliana Calmon concluiu que, se a “Medicina Estética” não é prevista como especiadade médica pelo CFM, não se pode conceder o título de especialista. “Entendo não ser possível ao Judiciário invadir a competência dos conselhos de Medicina, para conferir o título de especialista, em ramo ainda não reconhecido como especialidade médica”, conclui a ministra.

De acordo com o conselheiro Antonio Gonçalves Pinheiro, coordenador da Câmara Técnica de Cirurgia Plástica do CFM, a decisão da justiça foi correta. Segundo ele, com a sua determinação, a minsitra Eliana Calmon confirma a posição do CFM que “não consagra que isto se configure em especialidade médica segundo os critérios da Comissão Mista de Especialidades”.

Sobre o reconhecimento das especialidades médicas
O título de especialista, que não é obrigatório para o exercício da Medicina, pode ser obtido após a conclusão da Residência Médica ou por meio de concurso de título de uma sociedade de especialidade médica. Os conselhos regionais de medicina podem reconhecer especialização dos profissionais mediante a conclusão da Residência Médica.
Desde 2002, existe a Comissão Mista de Especialidades (CME), criada por meio de um convênio firmado entre o Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). A CME estabelece os critérios para o reconhecimento e denominação de especialidades médicas e áreas de atuação na Medicina. Também decidem conjuntamente a forma de concessão e os registros de títulos de especialista.

A relação das especialidades médicas e áreas de atuação é renovada e republicada periodicamente. A última relação foi aprovada pela Resolução CFM 1.845, de 12 de junho de 2008.

A área de atuação é definida como a “modalidade de organização do trabalho médico, exercida por profissionais capacitados para exercer ações médicas específicas, sendo derivada e relacionada com uma ou mais especialidade médica”. As áreas de atuação estão obrigatoriamente ligadas a uma especialidade reconhecida.

A CME reconhece 53 especialidades e 53 áreas de atuação. O tempo de formação para obtenção do título de especialista varia de dois a cinco anos, e é determinado pela CME.

Não são reconhecidas especialidades médicas com tempo de formação inferior a dois anos. Também não são reconhecidas áreas de atuação com tempo de formação inferior a um ano.

A CME só analisa propostas de criação de novas especialidades e áreas de atuação mediante solicitação da sociedade de especialidade, via Associação Médica Brasileira (AMB).

A AMB (que congrega as sociedades nacionais de especialidades médicas) emite apenas títulos e certificados que atendam às determinações da Comissão Mista de Especialidades (CME). Os Conselhos Regionais de Medicina registram apenas a informação de títulos de especialidade e certificados de áreas de atuação reconhecidos pela CME.

É proibido aos médicos – o que caracteriza infração ética sujeita a punição pelos CRMs – a divulgação e o anúncio de especialidades ou áreas de atuação que não tenham reconhecimento da CME. É o caso, por exemplo, da “Medicina Estética”, que atualmente não é uma especialidade médica reconhecida.

A Residência Médica, assim como a especialidade, não é obrigatória. Quem conclui um programa de Residência Médica reconhecido pelo MEC torna-se especialista e tem o título reconhecido pelos CRMs.

Instituída em 1977 pelo Decreto Federal nº 80.281, segundo o MEC, a Residência constitui uma modalidade de ensino de pós-graduação destinada a médicos, sob a forma de curso de capacitação, funcionando em Instituições de Saúde, sob a orientação de profissionais médicos de elevada qualificação ética e profissional, sendo considerada o melhor instrumento para a especialização médica.
Assessoria de Imprensa do Conselho Federal de Medicina

GIC/Sesdec/RO e Polícia Militar prendem mais um foragido da Justiça

quarta-feira, 3 de março de 2010

0 comentários
No combate a criminalidade e na busca de refugiados da Justiça em todo Estado, o GIC ( Grupo de Investigações e Capturas) em Cacoal, Rondônia, recapturou mais um foragido. Em ação conjunta com a PM, foi preso Francisco Carvalho Martins, o cabelo. De acordo com o GIC a prisão ocorreu na madrugada de ontem, por volta de 1 hora. Contra ele havia um Mandado de Prisão Preventiva pela prática do art. 180 do CP (Receptação) por três vezes, processo n. 0001136-70.2010.8.22.2009. Francisco foi localizado na Av. dos Bandeirantes, SN, bairro dos Pioneiros, cidade de Pimenta Bueno.

Cassol busca recursos em Brasília para educação, saúde e combate à dengue

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

0 comentários
O governador Ivo Cassol, acompanhado de secretários e de deputados estaduais esteve nesta quarta-feira (03) em Brasília, buscando recursos para o Estado de Rondônia. Ivo Cassol se reuniu com integrantes do Governo Federal e assessores do Palácio do Planalto para discutir a liberação de dinheiro a ser aplicado na educação, saúde e combate à dengue.

“Estamos buscando parcerias para importantes ações que estamos desenvolvemos ou planejamos para efetivar esse ano ainda. Rondônia tem feito o seu papel e sido parceiro dos municípios, também precisamos do apoio da União para continuarmos trabalhando ainda mais pelo povo de Rondônia”, disse o governador, que aproveitou sua ida à Brasília e gravou entrevista com o renomado jornalista Carlos Chagas, que comanda na TV Educativa do Paraná o programa “Falando Francamente".

Com o secretário do Tesouro Nacional, Arno Hugo Augustin Filho, o governador solicitou a agilização de empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao Estado de Rondônia.

“O Estado busca junto ao BNDES mais de R$ 40 milhões para a aquisição de 200 novos ônibus para o transporte escolar, assegurando transporte mais seguro e de qualidade”, explicou Cassol, que apresentou a documentação para a análise da proposta de financiamento.

Em seguida, o governador e comitiva, composta pelos deputados Neodi Carlos, presidente da Assembléia, Kaká Mendonça, Jair Miotto, Edson Martins, Daniela Amorim e Silvernani Santos, os senadores Valdir Raupp e Acir Gurgacz, e o deputado federal Ernandes Amorim, se reuniram com a secretária-Executiva da Casa Civil da Presidência da República, Erenice Guerra.

Cassol debateu o cumprimento do acordo firmado pelo Estado com o IBAMA e Ministério do Meio Ambiente sobre a Flona Bom Futuro, que ainda enfrenta entraves burocráticos para a sua efetivação. Ele pediu providências à secretária, que é ‘o braço direito’ da ministra chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, para que o caso seja definitivamente encerrado. Ficou definido que o Governo Federal vai editar uma Medida Provisória corrigindo a demarcação, conforme os limites acertados com o Estado e moradores da área, respeitando o acordo previamente firmado. “Isso representa o fim do sofrimento e da incerteza que aquelas centenas de famílias enfrentam”, comemorou Cassol.


Os deputados, entregaram a compensação ambiental, repassados para a saúde, apresentaram a proposta, para ampliar a rede de atendimento médico.


Recursos para o Hospital Regional de Cacoal – Ivo Cassol também cobrou da assessora de Dilma a liberação dos recursos para a compra dos equipamentos para o Hospital Regional de Cacoal. “Em reunião com o ministro da Saúde, em Porto Velho, foi pactuado que a União iria adquirir os equipamentos e até agora somente parte desses equipamentos foram comprados. Ou seja, estamos concluindo uma obra que estava paralisada há anos, já estamos convocando os servidores para o trabalho, mas infelizmente a União ainda não cumpriu totalmente a sua parte”, informou ele à Secretária, acrescentando que “a população não pode mais esperar, ser penalizada com o não-funcionamento de uma unidade hospitalar referência para toda uma região”. De imediato, foi autorizada a liberação de R$ 12,4 milhões para a compra de equipamentos e o restante dos recursos serão liberados em seguida, para que a obra atenda a contento. “O Hospital de Cacoal funcionando é uma conquista para todo o Estado de Rondônia, descentralizando a saúde e assegurando mais agilidade e eficiência no atendimento”, completou o governador.

Reforço no combate à dengue – Rondônia enfrenta o problema do aumento do número de casos de dengue e o combate ao mosquito transmissor da doença foi incluído na pauta da audiência. Os deputados estaduais apresentaram uma proposta para que os recursos liberados como compensação ambiental da construção das usinas do Madeira, sejam aplicados exclusivamente na saúde. “É necessário o fortalecimento das nossas unidades, pois muitas pessoas chegaram ao Estado é precisamos acompanhar esse crescimento populacional, oferecendo os serviços básicos com qualidade”, disse o deputado Neodi.

“Sozinho, o Estado ou as Prefeituras não tem como vencer esse batalha. Por isso, essa luta tem que ser de todos e mostramos a necessidade de recursos para operações emergenciais de controle da infestação do mosquito e também para o tratamento dos pacientes com dengue”. A Secretária se comprometeu a dar celeridade aos pleitos de Rondônia.
 

Posts Comments

©2006-2010 ·TNB